"Ela sempre bebia uma garrafa de vinho, ou mais, antes de se dar. Fosse para anestesiar alguma coisa dentro de si, ou para tornar mais doces os momentos de abandono às mãos e desejos de outro. Ana fazia tudo para agradar, mas nunca a si mesma. Ela acreditava que faria qualquer coisa para não ficar sozinha de novo."
(trecho do conto "Reflexões sobre o fio de uma faca")
Um conto sobre solidão e busca.
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