O Cavaleiro e o Dragão, uma velha fábula de Daniel Duende. Parte 1

1/3/2007
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Quanto tempo faz que eu comecei a escrever O Cavaleiro e o Dragão? Nem me lembro mais. Parece que foi há séculos, embora não deva ter sido a mais que 4 anos. A idéia e as primeiras palavras foram surgindo enquanto eu morava em uma casinha engraçada no topo de uma colina, com uma bela vista para mais de um mundo.

Gostei de escrevê-la, e de certa forma ele foi uma válvula de escape para alguns momentos muito difíceis daqueles dias. É uma fábula, e à primeira vista parece ser das mais simples e lineares, quase banal. Mas no fundo está longe de ser algo banal, ou linear. Foi escrita, como disse, de forma descompromissada, sem revisão, cada capítulo me levando para onde queria ir. Foi publicada na época, pouco a pouco, em meu blog Alriada Express.

Ao fim de cada capítulo, nunca sabia ao certo onde o outro capítulo iria me levar. E eram capítulos relativamente curtos -- muitas vezes apenas trechos de cenas -- que talvez façam mais sentido para mim do que para quem lê. De qualquer forma, estimulado por algumas pessoas que acompanhavam a fábula na época, e por um senso de que talvez ela faça sentido para mais alguém além de mim, resolvi publicá-la.

Sejam bons com esta minha fábula. Nunca me preocupei muito com as palavras ou com as construções quando foi feita, e consegui resistir bravamente à tentação de tentar literalmente reescrevê-la antes de publicá-la aqui. Não teria tempo para isso, e ela acabaria nunca sendo publicada. Não é, definitivamente, a mais bem escrita. Em certos momentos, deixei que a criança em mim a escrevesse. Vocês sabem bem como as crianças são com as palavras, não é?

O sentido de O Cavaleiro e o Dragão está além das palavras.

Muito obrigado pela paciência para ler a minha pequena apresentação. Podem baixar o arquivo agora. Trata-se da primeira parte da fábula. Irei publicar os outros capítulos, um a um, ao longo das próximas semanas.

Boa leitura, e espero que se encantem de alguma forma.
Fiquei feliz em publicá-la aqui, de qualquer forma.



Para ler a fábula, faça download do arquivo .doc clicando no botão azul logo abaixo.