Senhores... senhores... segurem os seus cães.
Não deixem que eles sujem as calçadas,
nem permitam, de forma alguma, que eles cheirem
onde não deviam enfiar seus focinhos gelados.
Meus senhores, por favor, segurem seus cães!
Não permitam que eles mordam os passantes, o vizinho,
o carteiro, aquelas pessoas que você não vê.
Segurem seus cães para que eles não matem a roseira.
Por favor, meus senhores, fiquem atentos aos seus cães.
Cuidem para que eles não derrubem as crianças ou os velhos.
Não permitam de forma alguma que eles destruam nada belo.
Não deixem que seus cães danifiquem o jardim...
Peço-lhes, meus senhores, que zelem por seus cães.
Não permitam que eles façam nada de ruim.
Não permitam de forma alguma que eles sejam
piores do que vocês...
Eles não sabem o que fazem....
Este poeminha mal educado me ocorreu enquanto eu andava pelas quadras da Asa Norte e me deparei com a placa da foto. Fiquei pensando comigo se são mesmo os cães os maiores inimigos dos jardins, e de outras coisas delicadas e belas...
Se os cães pulam sobre os jardins, é porque alguém os soltou alí. E as pessoas que pisam dia a dia nas roseiras do mundo? Elas deveriam saber o que estão fazendo, muito mais do que os cães...